Tags Nonsense

jul16

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Tabela Periódica dos Palavrões 0 Comentários


Para não deixar o blog largado ás traças um post rápido com a sessão “Coisas inúteis que gostaria de ter”.

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Se gostou, você pode ser dono de uma das 300 copias da Tabela Periódica comprando aqui pela pequena bagatela de £90.

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mar26

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Me acompanhe os Nonsenses 1 Comentário


Parece que a onda de mobilizar eventos nonsenses tipo maria-vai-com-as-outras, mais conhecido como flashmob, pegou de vez. Em São Paulo, já tivemos duas edições do Silly Walk, algumas de Zombie Walk, contra o projeto de lei do Senador Azeredo, e a um bom tempo atraz (2006) o World Jump Day.

Se você se diverte com esse tipo de ‘evento’, prepare o travesseiro e a melhor roupa íntima porque em Abril teremos dois flashmobz sensacionais. Continue lendo

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set26

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2ª Silly Walk Brasil 0 Comentários


Pupilos de Monty Phyton preparem seus chapéus, bengalas e, porque não, toalhas, pois vem aí a segunda maratona de 500 metros livres dos Silly Walkers Brasileiros.

A primeira caminhada ocorrida em fevereiro apesar de ter sido divulgada no Jovem Nerd, aqui n’oventilador e em outros zilhares de blogs não foi lá um grande sucesso de público (+/- 20 participantes), mas teve uma grande repercussão, tanto que apareceu no Vida Louca do Multishow.

A 2ª edição do Silly Walk Brasil será realizada no dia 26.10, os participantes munidos de Chapéu-Coco e Guarda-Chuva vão se encontrar ás 16h30 no vão livre do MASP, onde será a partida para a caminhada, e assim que a caminhada se der por terminada a próxima parada será em um bar para algumas rodadas, porem dessa vez de muita cerveja.

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ago30

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Experiencia de Professor 5 Comentários


“Professor do Rio, em prol de experiência, pede que dois de seus alunos cubram a cabeça com sacos plásticos para verem como seria viver á base de gás carbônico”

Band News – 30/08/08 ás 06:48

Imagina se todos os professores fossem iguais a esse?

  • Experiência: Literatura na prática

… Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

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ago27

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Na saga pelo Cálice Sagrado – Monty Python 2 Comentários


Continuando a série “Aí vou eu NÍ!” encontrei mais artefatos Monty Pythonianos e bom, é evidente com todos esses ‘brinquedos’ que não sou só eu que gosto de Monty Python e principalmente do filme Monty Python – Em Busca do Cálice Sagrado.


Para começar a Saga pelo Santo Graal …

Vos apresento o roedor mas cruel e sanguinolento. Uma vez estabelecido contato visual com ele pode ter certeza que é morte na certa. Continue lendo

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mai2

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Color-Bar! 6 Comentários


Idéias que tive a um tempo atraz parte II.
Este post vai para as pessoas que não entendem de cor, e que não sabem filosofar sobre como as pessoas são ssm ao menos conhecê-las.

As cores tem papel fundamental na vida das pessoas, elas fazem com que nós – pobres seres humanos – nos rendamos a uma comida por sua embalagem amarela fazer com que o alimento pareça mais nutritivo, por aquele spa parecer mais relaxante com seu tom verde-água. Não é a toa que falamos “está tudo azul” quando estamos bem, e “a coisa está preta” quando algo de errado está acontecendo.

As cores transmitem sensações, lembranças, sentimentos e por incrível que pareça, imagem.
E não foi eu que inventei isso não. Não isso, mas a teoria que vem a seguir sim!

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abr24

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Sólido, líquido e Vodka 0 Comentários


Desde que me conheço por gente tenho o habito de ingerir bebidas alcoólicas, a começar pelo copo de pinga que meu pai estava bebendo e achei que era água, depois passei para a bebida vermelha do comercial nonsense em que a mulher joga no cara p/ ele entrar p/ a festa (isso tudo é p/ não fazer propaganda) e sempre me sentí em casa, quando via licores todos docinhos e coloridos.

Não sou uma cachaceira que perde a compostura depois de goles a mais, nunca fiquei de porre/ressaca e afins, sei o meu limite e como uma boa moça que sou tento não ultrapassa-lo, mas como a maioria das pessoas, fico bem mais legal depois de uma dose, eu confesso – e minha mãe assina em baixo.

Mas de uns anos para cá o ato esporádico de apenas tomar um gole passou a ser quase que uma missa religiosa de tão apreciado.

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