Como o previsto, não cumpri com a lista de objetivos que havia postado em 2007. Aliás, lista de objetivos é uma merda, não sou boa o suficiente pra me focar em cumprir certos objetivos. Comigo muitas coisas vão só acontecendo com o tempo, sem planejamento. Numa conversa com a dona Maionese (companheira ativa de blog) comentamos que 2008 foi um nada, um ano que simplesmente passou despercebido por nossas vidas. Mas vendo por outro ângulo, apesar de um ano corrido, 2008 não foi tão péssimo assim.
Peguei uma DP, mas muita gente da minha sala se formou, a galera foi embora. E mesmo odiando a Faculdade, as pessoas que conheci lá fizeram valer a pena. Conheci gente de todo o tipo, bebi, ri muito, emagreci, engordei, briguei, fui muito “zuada”, falei merda, pintei muro, viajei, colei, vi pilantragem e injustiça, conheci professores ridículos e outros sensacionais; conheci bons amigos. Coisas típicas de faculdade, mas que foi tudo muito novo para mim que entrei lá com 17 anos. A primeira vez é a que marca né? Pois é, marcou bastante. Bem mais do que eu esperava e passou muito rápido. Fiquei aliviada? Claro! Finalmente acabou esse lixo, mas tenho toda certeza que vou sentir muita falta.
E o título da matéria de capa da revista Criativa desse mês. Achei um título infeliz, não li a revista mas existe a matéria na integra no site da própria. A matéria fala dos atos ambientalmente corretos da modelo Gisele Bündchen, achei válido. Segundo a revista, ela doa parte de seu dinheiro para a proteção do meio ambiente. A modelo milionária diz isso não é marketing verde de maneira nenhuma, ‘Faço só aquilo em que acredito. E não fazer o que gosto por causa do que os outros pensam seria uma loucura.’ É, falou bonito. Sendo ou não marketing verde considero atitude respeitável doar dinheiro para boas causas, nem que seja vendendo aquele anelzinho de diamante que ela ganhou do ex (vide matéria).
Só um comentário de uma notícia velha, mas que por ai comprovei o quanto a mídia é vândala e não os fatecanos.
Resumindo a história:
No feriado do dia 21 foi combinado de ser realizado o Interfatecs, que pra quem não conhece, é um evento de integração de todas as FATECS onde acontecem competições esportivas e festas.Seria em Santos. Todos animados para ir e não houve o evento por conta de vários problemas de organização (e/ou desorganização). Ok, como todo bom universitário que gosta de uma farra, uma boa parte da turma que iria ao Interfatecs que não existiu desceu para Santos, convidados pela organização da Fatec BS, pois haveria alojamento na faculdade e segurança. Sim, eu estava lá e me diverti. Houveram problemas: Não havia equipe de limpeza (mega máster problema) e a água simplesmente “acabou”. Sim, ficou tudo uma sujeira só. Gente bêbada e sem limpeza dá nisso. Após a porcalhada surge a noticia no jornal da tribuna:
Elis voltando da aula e encontra um louco no ônibus conversando sozinho:
- Va tomar… Vai tomar… VAI TOMAR NO C*
- Va tomar no c*, vai tomaaaaaaar noooooo c*
- Va tomar no c* rapaiz (sic)
Pelo menos ele se expressou sem medo de ser feliz, se é que ele sabe o que estava falando. Um dia faço isso, quando não tiver nada a perder (sim sou uma interesseira desgraçada).
Realize-se. Mande alguém tomar no c* hoje, aproveite o 1º de abril. Não, não vale mandar a Elis tomar no c*.
Mesa redonda (Elis, Luiz e Patricia) de um feriado longínquo:
“A felicidade – sentimento humano de bem estar.”
A pergunta é: Você é feliz ou está feliz?
SER feliz é ter um bem estar constante e isso não existe. Creio que a felicidade é um estado de espírito momentâneo. Mas no fim pode-se avaliar a proporção de felicidade presente em nossas vidas, que na grande maioria das vezes é maior que as de tristeza, até porque muitos preferem “apagar” os momentos tristes. Ou seja: você não pode ser feliz, você pode ser QUASE feliz.