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Marcante feito tatuagem… Diana Spencer! 3 Comentários


Lady DiPara as pessoas que lerem este artigo, e que tem mais ou menos a minha idade (23 anos) ou são mais velhas, chega a ser desnecessário falar o que essa divina dama representou – e ainda continua a representar – mesmo não estando mais entre nós.

Admirar de verdade uma pessoa é algo raro! Muitas pessoas dizem admirar outras por pura hipocrisia, ou costumam forçar o sentimentalismo, banalizando as sensações e expressões, basta pra isso, notar como, por nada, por qualquer bobagenzinha, as pessoas passam a dizer que amam as outras. “X” derruba um papel no chão, “Y” pega o papel, e ai lá vem: obrigado lindo, eu te amo… Acho que todos vocês já se depararam com esse tipo de cena asquerosa.

Todas as mulheres que passaram por esta lista ate o presente momento – e as que ainda virão -, têm a minha admiração, pois um dos fatores que me leva a admirar uma pessoa, é quando esta contribui, de alguma forma, para a vida, pessoas que não passam por este mundo sem fazer nada de útil. Basicamente porque, o que conta é contribuir, seja lá da forma que for, porque a vida só é digna de ser vivida quando fazemos algo por ela. Pois todos nós, absolutamente todos, somos elos de ligação, assim como nossos antepassados foram elos de ligação para conosco.

E Diana foi um magnífico elo, pelo legado que deixou, e, sobretudo, porque essa mulher representou, durante sua breve estadia neste planeta, uma coisa que falta e muito nos dias de hoje, solidariedade!

Princesa Diana e João Paulo II

Se existiu um membro da família real britânica que realmente mereceria ser reverenciado por alguma denominação honorifica, esse membro era Diana! Não seria nada constrangedor, tampouco difícil me referir a ela como “princesa Diana”, só não o faço por respeito à própria, pois ela disse em varias oportunidades que detestava esse titulo.

Ser princesa não é tudo isso que as pessoas acham que é”. Diana

Diana Frances Spencer, nasceu em julho de 1961, em Sandringham, no Reino Unido. Cresceu em um ambiente pomposo, naquela atmosfera típica da aristocracia britânica. Ainda na infância, presenciou o divorcio dos pais, algo que a marcou profundamente.

Quando você cresce em uma família de pais separados, você tenta fazer o possível para que o seu casamento de certo”. Diana

Ela estudou em um colégio especial só para garotas, chamado Riddlesworth, e mesmo lá, já era reconhecida como pessoa de grande talento, carisma e delicadeza. Foi durante sua estadia nesta instituição de ensino que reluziu o seu jeito meigo, solidário, e preocupado com o próximo.

Teve no inicio dos anos 80 o que foi denominado como: “O casamento dos sonhos”. Viveu, naquele momento, um conto de fadas, que na realidade nada tinha de maravilhoso, pois a vida que ela teve do primeiro ao ultimo dia de seu casamento com o “príncipe” Charles foi um pesadelo, mas um pesadelo extremamente macabro, já que nem Freddy Kruegger e Jason conseguiriam ser tão cruéis e insensíveis como o “príncipe”.

Mesmo durante o tempo em que Diana fez parte da família real britânica, ela já roubava a cena, por sua solidez de caráter e pela dedicação que desempenhava para com os filhos. Para nós, é comum uma mãe ir a reuniões escolares e participar de gincanas em festas, contudo, isso se torna muito surreal, e ate inimaginável quando a “mãe” em questão faz parte da realeza.

Eu me lembro que uma vez, no inicio dos anos 90, Diana foi inquirida por jornalistas da imprensa sensacionalista britânica, porque ela havia ido a uma festa recreativa da escola de seus filhos, e participou das atividades como se fosse uma pessoa comum. Diante do questionamento – que especulava se ela estava fazendo aquilo para aparecer -, ela foi clara e objetiva, disse que jamais usaria os filhos para aparecer, e que fazia isso simplesmente porque, antes de ser membro da família real, ela era mãe.

As pessoas acham que só um homem pode satisfazer uma mulher no final do dia. Atualmente, a satisfação do trabalho me faz mais bem“. Diana

Porém, foi após sua separação que ela de fato, se tornou, mais do que era antes, o holofote das câmeras, devido as suas ações, na própria Inglaterra, e principalmente na África. Visitando hospitais especializados no tratamento de crianças com AIDS, e promovendo campanhas para proteger as crianças angolanas vitimas das minas terrestres.

Diana para revista People

Muitos interpretavam essas ações como marketing, e nesse ponto, minha visão é que, de fato era uma faca de dois gumes; Diana era inteligente, e sabia muito bem que esse tipo de iniciativa arranhava muito a imagem da família real britânica. Isso a transformava, como ficou claro e evidente posteriormente, em uma “pedra no sapato”. Não chego a acreditar que ela participava desse tipo de campanha unicamente pra deixar a realeza indignada, ou apenas por questões de marketing, porque, marketing nenhum desse mundo, nos concede o talento, a habilidade e a paciência necessária para lhe dar com os necessitados. Por exemplo, eu não conseguiria, não por insensibilidade, mas por falta de habilidade, ser voluntário em um hospital. Pois realmente, viver nesse meio, é algo que exige muita, mas muita aptidão, algo que nem todos, nem todos mesmo somos capazes de fazer. Logo, acho que ela sabia o bônus que suas iniciativas traziam, mas ela fazia aquilo não por “lobby”, mas porque Diana era isso, uma pessoa realmente preocupada com o próximo.

Não a como confortar os afligidos sem afligir os confortados”. Diana

Pois como disse no inicio, a solidariedade, ou melhor, a falta de solidariedade é um dos maiores problemas do mundo. Ninguém se preocupa com o próximo, e hoje, todos nós, seguimos a filosofia do: “Eu estando bem você que se foda”.

Eu acho que a principal doença do mundo hoje é o fato de as pessoas sentirem-se pouco amadas. Eu posso dar amor por um minuto, por meia hora, por um dia, um mês. Eu fico feliz com isso e quero fazer isso”. Diana

E Diana teve tão pouco tempo, e mesmo assim, suas realizações foram muitas: pregou a paz mundial, alertando para a necessidade do desarmamento nuclear, afirmou a necessidade dos paises ricos modificarem a política de ajuda à América Latina e a África, trabalhou pela erradicação das minas terrestres em vários paises africanos, provocou uma revolução no comportamento que a sociedade britânica tinha em relação aos infectados pelo vírus da AIDS, combateu a miséria, estimulou as artes e lutou contra os extremismos e o preconceito contra as minorias. Dedicou o máximo de sua potencialidade para tentar desfazer perante o mundo aquela imagem de que as mulheres deveriam ser submissas e temerosas, abrindo um leque às novas idéias e ás mudanças. Ensinou a humanidade o processo de redescobrimento. Ressaltou a importância de se acreditar nos jovens, e de zelar pelas crianças, pois elas eram, segundo suas próprias palavras, as sementes que devem ser cultivadas com todo o amor, carinho e dedicação, pois são elas que podem fazer desse mundo algo melhor. A mulher jovem, bonita, corajosa, civilizada, alegre, e com um forte sentimento de justiça, nos deu, por um breve momento, a visão de uma líder que compreendia o profundo medo e a esperança, a diversidade e a possibilidade de vida neste planeta, uma líder que buscou colocar o futuro da humanidade acima dos interesses de raça e de nação. Ela foi à pessoa que nos fez sonhar… Por isso, e por outros milhares de motivos a morte dessa mulher foi uma perda irreparável não só para a Inglaterra, mas para o mundo.

É por isso que reluz, o seu nome na historia, e seu legado é a luz, que ficara na nossa memória, e assim, Diana se tornou uma lenda… E é justamente por isto que tu es imortal, porque lendas, nunca morrem!

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por Vagner Leme

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Este post recebeu 3 comentários

  1. afonso pereira rocha 676
    (47) 3445-4183
    fernando brandalise

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