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Mídia Vândala 18 Comentários


Só um comentário de uma notícia velha, mas que por ai comprovei o quanto a mídia é vândala e não os fatecanos.

Resumindo a história:

No feriado do dia 21 foi combinado de ser realizado o Interfatecs, que pra quem não conhece, é um evento de integração de todas as FATECS onde acontecem competições esportivas e festas. Seria em Santos. Todos animados para ir e não houve o evento por conta de vários problemas de organização (e/ou desorganização). Ok, como todo bom universitário que gosta de uma farra, uma boa parte da turma que iria ao Interfatecs que não existiu desceu para Santos, convidados pela organização da Fatec BS, pois haveria alojamento na faculdade e segurança. Sim, eu estava lá e me diverti. Houveram problemas: Não havia equipe de limpeza (mega máster problema) e a água simplesmente “acabou”. Sim, ficou tudo uma sujeira só. Gente bêbada e sem limpeza dá nisso. Após a porcalhada surge a noticia no jornal da tribuna:

Vandalismo é saldo de evento na Fatec
Tribuna Online, Terça-Feira, 27 de Maio de 2008, 07:35

Da Redação. O que era para ser um evento esportivo entre estudantes, se tornou em um verdadeiro festival de vandalismo no campus da Faculdade de Tecnologia (Fatec) em Santos, na Aparecida. Esse foi o resultado do Interfatecs — evento que reúne universitários de diversos campi da faculdade no Estado.

Tem o vídeo também:

Fico realmente chateada com essa capacidade que a mídia tem de retorcer (ou ignorar) alguns fatos.

1- NÃO houve Interfatecs OFICIAL, foi uma reunião de alunos AUTORIZADA pela direção do campus;

2 – NÃO houve equipe de limpeza por isso tudo ficou uma sujeira só. Imaginem vários universitários juntos, sem nem ter água para dar descarga num banheiro;

3 – A equipe responsável pela organização não reclamou da bagunça (não tentou por ordem) e não resolveu o problema da água;

4 – Se a Faculdade foi aberta para tal evento, houve autorização da direção, logo eles deveriam colocar funcionários para trabalhar num evento grande como esse.

5 – NINGUEM me chama de Vândala sem ter se quer ficado dentro do campus, a não ser para dormir.

Teve bagunça? Sim teve bagunça. Mas a dramatização foi muuuito maior que a bagunça. E agora? Até o momento que eu estava em Santos não vi coisas quebradas e espalhadas pelos corredores como disseram. Eles mostram no vídeo SIM, mas eu não VI nada disso. Vi somente sujeira e fiquei indignada como pessoas bêbadas fazem sujeira. Esse seria o 6º Interfatec. Todos os outros deram certo, presenciei um e houve bagunça do mesmo jeito, só que houve uma equipe que botava ordem no barraco e tinha equipe de limpeza. Não é justo colocarem a culpa nesse evento, que é tão querido dos fatecanos, pela bagunça do ultimo feriado. Quem bagunçou (entenda-se por sujar, beber, fazer barulho) foram alguns dos alunos que foram por livre e espontânea vontade, só para rever amigos e ir a praia. O Interfatecs NÃO ocorreu. E talvez por conta do “bafafá” que o jornal causou colocando o nome do INTERFATECS no meio, pode haver sérios problemas para “conseguirmos” os próximos, tudo porque a imprensa “vandalizou” o nome do evento dos fatecanos. Assim como sai “vandalizando” tudo por ai, sem medir esforços. Quando precisa vandalizar, não vadalizam. Essa mídia f*** com a nossa vida.
/pequenos espasmos da vida da Elis

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por Elis

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Este post recebeu 18 comentários

  1. Aline disse:

    Difícil saber, por hora, quem esta distorcendo mais as coisas; se a autora do texto, ou a mídia. Visto que a autora colocou apenas um trecho da reportagem, o que por si desqualifica toda sua dissertação. Fica parecendo aquela coisa de entrevista editada. Por isto mesmo é difícil dizer algo.
    Gostaria ate de fazer um pedido, pois sou da FATEC, contudo não estive no evento, justamente pelos problemas de “organização”. Se possível, gostaria que a autoria enviasse para meu e-mail a matéria na integra do artigo que ela tirou o pequeno esboço da reportagem, gostaria de lê-lo integralmente; ou ao menos que enviasse o link da reportagem.

    Desde já agradeço.

    aline_re25@yahoo.com.br

  2. Gasparetto disse:

    Ué, por que a dúvida quanto a legalidade do post? A menina não disse que estava lá? Queeeeerida, por favor né?

    E se você crê na mídia, um conselho: Reveja seus conceitos!

    E tái o link da matéria http://www.google.com.br

    Procurar por :”Vandalismo é saldo de evento na Fatec
    Tribuna Online”

    De nada!

  3. geSSé disse:

    Os que confiam “nessa mídia” não merecem confiança!

  4. Aline disse:

    Senhor Gasparetto.
    Tudo bem?

    Não entendi o porque de sua ironia; já que minha intenção não foi, em hipótese alguma, duvidar, ou mesmo colocar em cheque a veracidade do que a autora do post escreveu. Ao ler sua colocação minha primeira reação foi reler o que havia escrito anteriormente, para me certificar das palavras que usei, e através disso ver se tinha cometido algum excesso. Mais não! Apenas disse que gostaria de ler a matéria na integra.

    Qual o problema?

    Agradeço sua gentileza ao deixar o link do Google para que eu pesquisa-se. E foi exatamente o que fiz.

    Se formos (e quero acreditar que o senhor foi) ao site do jornal “A tribuna Online”, o senhor certamente constatará o que eu constatei; a matéria citada pela autora não é possível ser lida na integra por aqueles que não são assinantes do jornal. O trecho citado pela autora é uma espécie de “introdução gratuita” da matéria em questão. Ou seja, salvo na hipótese dela, e também do senhor serem assinantes do site nenhum dos dois leu a matéria na integra, para através desta ter uma ampla condição de analise do que foi tratado por esta em toda sua conjectura. Se o senhor e a autora forem assinantes do jornal ficam aqui minhas desculpas, e em caso afirmativo peço, mas uma vez, por gentileza, que me envie a matéria na integra para que eu possa ler. Contudo, no caso dela, e também do senhor não serem assinantes do jornal então ambos formaram um conceito (sobre a matéria do jornal) baseados naquilo que não leram na integra.

    Lamento senhor Gasparetto, mas eu não formo minha opinião baseada naquilo que não li; isso eu deixo a cargo dos pseudo-intelectuais.

    E ainda Senhor Gasparetto.

    Se o senhor voltar e ler o que escreveu a mim poderá certificar-se que a há pontos, digamos assim, de pequenas incoerências em suas colocações.

    O senhor disse: “Ué, por que a dúvida quanto a legalidade do post? A menina não disse que estava lá? Queeeeerida, por favor né? E se você crê na mídia, um conselho: Reveja seus conceitos!”.

    Eu não acredito em tudo que leio, tampouco em tudo que vejo na televisão.

    Agora pense comigo senhor Gasparetto…

    Porque eu NÃO devo acreditar em tudo que a MÍDIA escreve, publica ou fala, mas não obstante a isso devo ACREDITAR no que um Blog publica?

    Por acaso blog não é um tipo de mídia?

    Não é um veiculo de informação?

    Não é um instrumento onde há interação entre escritor e leitor?

    A sua colocação poderia, sem o menor problema ser usada da seguinte forma.

    Ué, por que a dúvida quanto a legalidade do JORNAL TRIBUNA ONLINE? O AUTOR da matéria não DISSE que estava lá? Queeeeerido, por favor né? E se você crê no conteúdo de blogs, um conselho: Reveja seus conceitos!

    Segundo o senhor eu tenho que DUVIDAR de forma taxativa de um veiculo de comunicação, e ao mesmo tempo devo CONFIAR cegamente em outro; apenas porque a autora “ESTAVA” no local e segundo SUA visão não houve vandalismo?

    E o senhor vem me dizer para rever meus conceitos?

    Queeeeeeeeerido, por favor né?

    Como não li a matéria na integra, continuo sem poder falar. Mas futuramente poderei sim comentar de outras edições do evento, semelhantes até, então contarei aquilo que vi.

    Continuo aguardando a matéria na integra…

    Tchau Bebê.

  5. Aline disse:

    Senhor Gessé.

    Se os que confiam na mídia (o que não é o meu caso) não merecem confiança, os que cometem incoerências merecem o que?

  6. Lis disse:

    Então Aline, eu te mandei um email. Bom, na realidade fiquei sabendo da materia do tribuna online de ultima hora e por acaso, a intenção era focalizar o video. Mas achei bacana colocar. E tudo é midia, como vc disse o blog tambem é. Vc não tem que acreditar em ninguem, mas tem direito de opinar. Quando vc ler a materia na integra venha ate o ventilador comentar conosco. Eu infelizmente não a tenho.

  7. Gasparetto disse:

    Você escreve MUUUITO bem e acho interessante a sua argumentação. Porém, só vim com a minha ironia, pois você, na minha humilde leitura, já veio “atacando” o post e subconscientemente os fatecanos.

    Vou procurar a matéria na integra e te mostro.

    Bjuuus Amor!

  8. gui disse:

    Sra Aline

    Fiquei indignada com o seu comodismo atacando um “comentário” da minha colega de Fatec, se vc acha que a matéria que a mesma publicou em seu blog não é verídica CORRA atrás da informação que a Sra acredita que seja real; e compartilhe com os mesmos que tem as suas dúvidas, não fique no “estou aguardando a matéria”, vai atrás.

    Como a Sra mesmo disse que não leu a matéria na integra fique mesmo sem falar nada, como citou acima.

    A Sra também disse “Mas futuramente poderei sim comentar de outras edições do evento, semelhantes até, então contarei aquilo que vi.” a nossa colega também está contando o que viu, vc pode e ela não? Pq não?

    EU POSSO falar que a matéria publicada no blog é real pq como um bom fatecano que sou estive lá, não foi nada disso que foi publicado nos jornais Sra Aline, cabe a Sra acreditar ou não…se não, vá atrás e faça seus comentários.

    Quando a Sra largar de ser comoda e ir atrás de informações que necessita para não se manter calada ai sim vc pode atacar o post de alguém.

    Até Mais Sra Aline.

  9. Aline disse:

    Olá “Gui”.
    Tudo bem?

    Antes de iniciar; gostaria de ressaltar previamente dois pontos.

    O primeiro deles é que não vou me referir a você pela cordialidade de senhor, ou senhora, porque não estou certo de qual sexo você é, e mais à frente explicarei claramente, ou melhor, demonstrarei claramente o porque.

    O segundo ponto é que, ao ler a sua mensagem, fiquei bastante assustada e também triste; contudo, assim como o primeiro ponto, o segundo eu também explicarei o por que mais à frente.

    Gui. Acredito que em mensagens anteriores já deixei bem claro que, minha intenção não foi, de modo algum, ser desrespeitosa, ou mesmo duvidar da integridade moral da autora.
    Minha observação foi feita pelo fato da autora (pois a própria já reconheceu que não leu a matéria do jornal na integra) fazer um post baseado naquilo que não leu. Por isso eu disse, em minha primeira mensagem que: “Difícil saber, por hora, quem esta distorcendo mais as coisas; se a autora do texto, ou a mídia”.

    A autora, no seu post diz o seguinte:

    “No feriado do dia 21 foi combinado de ser realizado o Interfatecs… Seria em Santos. Todos animados para ir e não houve o evento por conta de vários problemas de organização… Uma boa parte da turma que iria ao Interfatecs que não existiu desceu para Santos… Houveram problemas: Não havia equipe de limpeza… e a água simplesmente “acabou”. Sim, ficou tudo uma sujeira só. Gente bêbada e sem limpeza dá nisso”.

    Agora, preste atenção no que a nota do jornal postado pela autora diz em relação ao evento. (E lembrando a própria autora já reconheceu não ter lido a matéria na integra).

    (Vandalismo é saldo de evento na FATEC)

    (Da Redação. O que era para ser um evento esportivo entre estudantes, se tornou em um verdadeiro festival de vandalismo no campus da Faculdade de Tecnologia (Fatec) em Santos, na Aparecida. Esse foi o resultado do Interfatecs — evento que reúne universitários de diversos campi da faculdade no Estado).

    Olhe só, eu gostaria, por gentileza que a autora, você, o Gasparetto, o Gessé ou qualquer um ai da companheirada aponte pra mim, nesta nota onde o autor diz (mesmo que de forma sucinta) que os presentes quebraram alguma coisa? Ou destruíram alguma coisa?

    Ele diz: “O que era para ser um evento esportivo entre estudantes, se tornou em um verdadeiro festival de vandalismo”.

    Veja bem, se nós formos ao dicionário da língua portuguesa e procurarmos pelas palavras “vandalismo” ou “vândalo”, nós encontraremos as seguintes respostas.

    (Vandalismo) Ato próprio de vândalo; destruição ou BAGUNÇA gratuita; ABODEGAR, depredação de monumentos ou objetos de arte.

    (Vândalo) Aquele que destrói, SUJA, ou causa danos a monumentos e objetos preciosos.

    Agora leia novamente o que a autora diz, palavras dela:

    “Fico realmente chateada com essa capacidade que a mídia tem de RETORCER alguns fatos”.

    “… tudo ficou uma SUJEIRA só…”.

    “A equipe responsável pela organização não reclamou da BAGUNÇA…”.

    “Teve BAGUNÇA? Sim teve BAGUNÇA”.

    “Até o momento que EU estava em Santos não vi coisas quebradas e espalhadas pelos corredores como disseram. Eles mostram no vídeo SIM, mas eu não VI nada disso. Vi somente SUJEIRA e fiquei indignada como pessoas BÊBADAS fazem SUJEIRA”.

    “Quem BAGUNÇOU (entenda-se por SUJAR, BEBER, fazer BARULHO) foram alguns dos ALUNOS que foram por livre e espontânea vontade…”.

    Agora minhas interrogações sobre as AFIRMAÇOES DELA, e de VOCÊS!

    Ela disse que ficava chateada com a capacidade que a mídia tem de retorcer alguns fatos.

    Que fatos?
    Como ela pode dizer que a mídia retorceu alguma coisa, baseada em uma reportagem que ela não leu. Uma reportagem que é transferida com apenas uma notinha, e que mesmo nessa notinha não diz, EM MOMENTO ALGUM, que houve destruição de portas, fechaduras, vidros ou privadas?

    Há, ela disse baseada no vídeo!
    Ok… Segue-se mais uma vez, as palavras dela:

    “Até o momento que EU estava em Santos não vi coisas quebradas e espalhadas pelos corredores como disseram. Eles mostram no vídeo SIM, mas eu não VI nada disso. Vi somente SUJEIRA e fiquei indignada como pessoas BÊBADAS fazem SUJEIRA”.

    Ate o momento que EU estava…

    Quem garante que depois dela se retirar do local um grupo de adolescentes BÊBADOS não provocou quebra – quebra?

    Eles mostram um vídeo SIM…

    Mostram um vídeo, será que você já ouviu falar em um ditado que diz: “Uma imagem valem mais que mil palavras”.

    Vai me dizer que a reportagem chegou lá, com martelos e picaretas, e arrebentou tudo, para através disso poder fazer uma reportagem sensacionalista?

    Vi somente SUJEIRA…

    Será que foram os repórteres que sujaram todo o local?

    Trouxeram junto com os martelos e as picaretas enormes sacos de lixo preto, recheados ate a boca pra espalhar no local? E com isso tornar a matéria ainda mais sensacionalista?

    Fiquei indignada como PESSOAS BEBADAS, fazem SUJEIRA…

    Pessoas bêbadas? Ou seja, eram os alunos, quando existem leis federais (Se é Gui, que você sabe o que é uma lei federal) que PROIBEM o consumo de álcool dentro de instituições de ensino, e também que PROIBEM que pessoas alcoolizadas entrem, ou permaneçam nestes locais.

    Fazem SUJEIRA…
    Ou seja, os alunos fizeram, e lembrando, volte um pouquinho nessa mensagem e veja o que significa a palavra “abodegar”, que, diga-se de passagem, é, como já foi dito, um tipo de vandalismo.

    Continuando…

    Tudo ficou uma SUJEIRA só…

    Sujeira?
    Sujar o que está limpo é abodegar, e abodegar é vandalismo.

    Há, mais ficou uma sujeira porque não houve pessoal para limpeza.

    Tudo bem!
    Porém, o local estava limpo antes do evento, e após o evento virou um lixão.

    A pergunta que deve ser feita é a seguinte.

    Quem sujou o local?
    Os participantes do evento!

    Quem eram os participantes do evento?
    “… alguns… ALUNOS que foram por livre e espontânea vontade”.

    PONTO FINAL.

    Se esse bando de suinos imundaram o local, então eles que limpassem a zona depois. O que os responsaveis pelo local deveriam ter feito era chamar a policia; e esta obrigar os alunos a limpar o local na base de tiros de borracha.

    Eu, já estive sim em eventos desse tipo, e NÃO participo mais, porque sinceramente é uma ZONA; um bando de adolescentes com os hormonios a flor da pele. O que resulta em baderna na certa.

    E detalhe, se eu estivesse no evento e consequentemente tivesse dado (ainda que pequena) contribuição para a sujeira, eu seria a primeira a querer ajudar a limpar, pois graças a Deus tive um pai e uma mãe que me ensinaram valores; como respeitar o direito do proximo, respeitar e zelar pelo PATRIMONIO PÚBLICO. Mesmo em casa, se sujo uma xicará, eu não largo na pia para que OUTROS limpem, já que quem sujou foi eu.

    Prossegue-se…

    A equipe responsável pela organização não reclamou da BAGUNÇA…

    Bagunça?
    Dicionário… (Vandalismo) Ato próprio de vândalo; destruição ou BAGUNÇA gratuita;

    Quer algo mais enfático Gui?
    Pois não, a própria autora vai te dar…

    “Teve BAGUNÇA? Sim teve BAGUNÇA”.

    Calma, isto não é tudo…

    “Quem BAGUNÇOU (entenda-se por SUJAR, BEBER, fazer BARULHO) foram alguns dos ALUNOS que foram por livre e espontânea vontade…”.

    Bagunça gratuita é um dos tipos de vandalismo, quem comete vandalismo é o que?

    VANDALO!

    Ingerir bebidas alcoólicas em espaço escolar ou universitário é crime, quem viola artigos do código penal é?

    CRIMINOSO!

    ALUNOS? Por acaso esses ALUNOS que foram para Santos (por livre e espontânea vontade), bagunçaram, e violaram artigos do código penal são?

    BADERNEIROS!

    Esses BADERNEIROS saíram de onde? Da Fundação casa, antiga FEBEM?

    Não! Eles saíram de campus da FATEC.

    Pra concluir em relação ao post;

    Primeiro; Se você (ou vocês) não sabe o significado, e tudo que abrange a palavra “vandalismo” é um problema seu, e não meu.

    Segundo; A partir do momento em que a autora não leu a matéria na integra para dar o seu parecer, ela foi SIM, antiética. Todo o meu respeito à pessoa dela, pois se quer a conheço, mas que pisou na bola pisou. Já que blog, como já foi dito por mim, e CONFIRMADO por ela própria, é sim um tipo de mídia; logo concluímos que deve haver responsabilidade no que escrevemos.

    Ela pode dar a opinião dela?

    Sim, pode e deve, POREM ela deve se pautar em ética quando vai usar uma matéria de um jornal ao qual ela vai realizar uma critica, colocar a matéria na integra. E não pegar uma nota de rodapé sobre aquilo que ela nem leu na integra e, portanto não pode dizer com precisão o que o autor da matéria quis dizer. Pois como ficou claro uma palavra tem uma serie de vertentes, e em relação à palavra vandalismo ela própria, com suas palavras, confirmou, alguns desses atos.

    E se o autor da materia estivesse se referindo a sujeira e a bebedeira?

    Agora Gui, lá no inicio eu disse que havia duas considerações que trataria no final.

    A primeira delas é, relembrando…

    (Não vou me referir a você pela cordialidade de senhor, ou senhora, porque não estou certo de qual sexo você é, e mais à frente explicarei claramente, ou melhor, demonstrarei claramente o porque).

    Você cometeu erros de concordância de gênero, em meu ver pavorosos.

    Suas palavras…

    “Fiquei indignada com o seu comodismo…”.

    Indignada?
    Conotação de gênero feminino.

    “… real pq como um bom fatecano que sou estive lá…”.

    Bom, e fatecano?
    Conotações de gênero masculino.

    Logo, concluo que neste caso a três opções…

    O senhor, ou senhora é mal resolvido sexualmente…

    É hermafrodita, ser andrógino…

    Ou é semianalfabeto mesmo; opção esta que me parece a mais condizente para o caso, justamente pelo que virá a seguir.

    A segunda colocação que disse que faria é a seguinte…

    Ao ler a sua mensagem, fiquei bastante assustada e também triste; contudo, assim como o primeiro ponto, o segundo eu também explicarei mais à frente o porque.

    Olhe o que a senhora, ou senhor escreveu…

    “Fiquei indignada com o seu comodismo… se vc acha que a matéria que a mesma publicou… e compartilhe com os mesmos que tem as suas dúvidas…”.

    A “mesma”?
    Os “mesmos”?

    Gui, como você me fez recomendações, então também me vejo no direito de te fazer algumas.

    Procure um livro de gramática e consulte-o, ou melhor, se você (ainda) tiver aulas de português, consulte seu professor, já que eu duvido muito que você conseguirá entender apenas consultando o livro, porque isso que você escreveu é vergonhoso.

    NÃO EXISTE ESSE TERMO NA LINGUA PORTUGUESA.

    “A fulana tropeçou e caiu, a “mesma” machucou a cabeça”.

    “Os ladrões assaltaram a loja, os “mesmos” fugiram pela porta dos fundos”.

    Isso está errado!

    Tem muito pseudointelectual que usa esses termos para que o leitor pense:

    “Nossa, que intelectualidade, que forma precisa de usar as palavras”.

    No seu caso, só pude perceber que a senhora, ou o senhor é um semianalfabeto. Pois, como você mesmo se intitulou um “fatecano” chega a ser ridículo alguém que já terminou o ensino médio cometer esses erros de português.

    Isso foi o que me deixou muito assustada, porém o que me deixou triste não foi isso. Não! Antes fosse.

    Eu considero, como estudante da FATEC que sou, muito triste pra a instituição ter alunos que cometem erros atrozes.

    Uma (lembrando, com todo respeito a sua pessoa) escreve um post baseado naquilo que não leu, e não obstante a isso se perde em suas próprias palavras.

    Outro (Mais uma vez, respeito a sua pessoa) me escreve uma mensagem com cerca de três dezenas de palavras e consegue mesmo assim ser extremamente incoerente. Se escrevendo um bilhete (pois isso que ele me escreveu foi um bilhete) consegue cometer essas contradições e incoerências, imagine então fazendo um texto com cerca de mil palavras, as coisas que não se encontrariam ali.

    Outra, ou outro, você, comete erros gramaticais infantis, que desculpe a sinceridade, chega a dar pena.

    Ao ler o que você escreveu, imediatamente lembrei de uma frase, que Jesus disse durante a paixão.

    “Pai (Deus), perdoa-lhes (em referencia aos soldados romanos), pois eles não sabem o que fazem”.

    Fazendo umas pequeninas alterações nessa frase (logicamente dando todo o credito a Jesus… rs), eu lhe diria o seguinte.

    “Pai (Deus) perdoai-a, pois ela não sabe o que escreve”.

    Claro, você provavelmente deve ter sido vitima de péssimos professores de português. Eu compreendo, mas não aceito, pois eu também fui vitima de péssimos professores de português, mas justamente por não ser acomodada é que consegui aprender um pouco mais do que eles ministravam, para não passar esse tipo de vergonha.

    E alem disso, me veio a cabeça…

    Se pessoas que cometem esses erros, conseguiram entrar na FATEC, imagine aqueles que não conseguiram entrar o que devem ter escrito, respondido, ou assinalado no exame de admissão.

    Você ainda disse, que eu deveria ir atrás da matéria, e eu fui, não sei se você leu minha mensagem mais acima, mas eu fui.

    MATERIAL NÃO DISPONIVEL PARA NÃO ASSINANTES.

    Diante disso, voltei a fonte que criticou a matéria e requeri a integra desta. Meu direito como leitora. Pois cabe, por questão de ética a quem critica divulgar na integra o que, diga-se mais uma vez, ela não leu.

    Você ainda disse…
    “A Sra também disse “Mas futuramente poderei sim comentar de outras edições do evento, semelhantes até, então contarei aquilo que vi.” a nossa colega também está contando o que viu, vc pode e ela não? Pq não?”.

    Se você ler isso direito, pra falar a verdade é bem provável que lendo isso um milhão de vezes você não entenda. Mas prosseguindo, se você ler isso direito verá que a duas palavrinhas nesta minha colocação, chamadas, “futuramente” e, “poderei”. Palavras estas que fazem referencia ao tempo futuro, ou seja, eu ainda vou fazer, e se fazer.
    Você já julgou a minha colocação partindo de pressuposto, como se eu já tivesse falado minha opinião pessoal.

    Lembrando, todos podemos emitir opinião pessoal, desde que nos pautemos na ética.

    Se quero meter o pau em uma matéria da revista veja, o correto é…

    Pegar a matéria na integra, publicar também na integra, e fazer as observações.

    Não pegar nota de roda pé (nota esta que de fato não diz nada) criticar sem publicar a matéria na integra, e o pior não é isso, o pior é nem se que ter lido a matéria.

    A falta de ética esta em todas as partes, em todos os veículos de comunicação, escrito, falado, televisionado. E sobre tudo no nosso país, onde de fato temos uma imprensa podre, e parcial. Uma imprensa que tem o poder de derrubar presidentes, como fizeram com Fernando Collor; vitima de um linchamento publico, perdeu o mandato acusado sem provas; e o que causa mais nojo, acusado por pessoas de moral totalmente questionável. Teve as acusações contra si apreciadas pelo Supremo Tribunal Federal em 1994, e este, se quer, SE QUER, aceitou as denuncias que lhe eram imputadas, de tão descabidas que estas eram.

    E o dano psicológico que ele sofreu?

    O dano emocional?

    Os sonhos frustrados?

    A perda da mãe de derrame cerebral provocado pelas acusações que o filho sofria?

    Uma carreira política promissora perdida?

    Isso, nota de roda pé nenhuma concerta!

    Casal Nardoni?

    Será, que daqui cinco anos a mídia vai conseguir consertar as “possíveis” injustiças contra os dois, especialmente contra Anna Carolina Jatobá?

    Será?

    Quando vejo este tipo de irresponsabilidade em blog´s, eu digo a mim mesma.

    E tem gente que mete o pau na rede Globo!

    Não virei mais aqui, pra argumentar com nenhum de vocês, agora se porventura a matéria do jornal for publicada, virei. E com o maior prazer a comentarei.

    A autora do post gostaria apenas de dizer, que se em minha primeira mensagem, passei a impressao de estar atacando você, seu post, e seu blog, quero deixar claro que não foi minha intenção. Fui sim, mal interpretada.
    Sei que a midia distorce as coisas, não nego isso. Mas, faço minhas as palavras do dignissimo Paulinho da Viola.

    Tá legal.
    Tá legal, eu aceito o argumento.
    Mas não me altere o samba tanto assim.

  10. Patricia disse:

    Já havia lido os comentários e o que a Elis disse, lí incluseve o que a Aline disse. Resolví omitir minha opinião e deixar ‘pegar fogo’ mas, ao ler este novo comentário da Aline resolví participar também.

    Por trabalhar no meio da imprensa – e saber como funciona a coisa – ví que muitas das vezes revistas e jornais são obrigados a publicar algo, apenas pelo fato de ter um FURO. E, para o furo ter repercursão, se usam palavras que no nosso cotidiano tem uma conotação totalmente diferente do que quando olhadas ao dicionário (como fez nossa leitora Aline).

    Creio que assim como eu o gui, o gasparetto, o gessé, a elis (enfim) leram a mesma coisa e interpretaram como a MÍDIA queria que assim a fosse. E você, aline interpretou ao pé da letra. Muito bem… até aí tudo ok, os dois pontos estão certos. A mídia conseguiu o que queria, acusar sem apontar o dedo (se é que você me entende?)

    Se eu lê-se uma notícia dessas atacando o meu mundo (como inúmeras vezes ocorreu), com toda certeza usaria este blog (ou qualquer outro meio) para expor a minha revolta e opinião. Acredito que você aline também o faria. Estou correta de pensar assim não?
    Pois você é uma garota fatecana que odeia seus colegas de instituição e não por menos vai atraz ‘dos seus direitos’. (sic)

    Aliás, desculpa se escrevi alguma coisa errada, – tentei até escrever o mais bonito que fosse para te agradar reparou?- vi o quanto você foi metódica em explicar cada palavra e o quanto repudiou o ‘gui’ por ter cometido alguns erros ortográficos. Então peço desculpas por algum erro cometido e, peço desculpas também pela minha colega, a autora do post, por ter exposto a revolta dela, assim como você expôs a sua com relação ao post.

    Só para meu texto ficar um pouco mais comprido e ninguém vir falar que meu comentário ñ está à altura (sic) gostaria de incluir uma religião (catolicismo de preferência) e um fato recente muito abordado na mídia (caso isabela serve né?).

  11. Gasparetto disse:

    Aline, vc escreve e escreve e nada! SEM ARGUMENTOS.

    É dicionário, é definição, é jornal e blá blá blá.

    Agora vc deu pra baixar o nível, chamar os outros de analfabeto, porcos e hemafroditas.

    Me admira muuuito sua inteligência, mais ainda o fato de vc ser essa pessoa triste que qualquer um que ler seus palpites vai perceber.

    Uma dica, vai passear, ouvir música, transar, o que for!

    E aprenda a respeita a opinião dos outros queeerida!

    Vir aqui julgar os outros é fácil né? Quero ver vc ir lá limpar!

    E eu tenho acesso a matéia do jornal na integra, se você quiser ler ASSINE!

    Bjuus e relaxa menina!

  12. Aline disse:

    (Patricia)

    FATEC.
    Como a pessoas que emporcalham teu glorioso nome.

    Senhora Patrícia.
    Tudo bem?

    Irei me referir a você pela cordialidade de senhora, pois você sim, deixou evidente que é do sexo feminino. (Pelo menos isso)

    O que a senhora disse no parágrafo… “Por trabalhar no meio da imprensa… diferente do que quando olhadas ao dicionário (como fez nossa leitora Aline)”.

    Concordo em gênero, numero e grau.
    Meus parabéns!

    Porém nem tudo são flores… Há dissabores.

    Logo em seguida a senhora disse… “Creio que assim como eu o gui, o gasparetto, o gessé, a elis (enfim) leram a mesma coisa…”.

    Estou procurando boas palavras, mas assumo que está difícil.
    Já que não estou disposta a escrever mais um batalhão de palavras, irei logo ao FATO! Pois já percebi que as pessoas desse “blog” têm uma ENORME dificuldade de interpretação.

    Com franqueza, ou a senhora é também uma semianalfabeta, uma mentirosa, ou é pessoa honesta (e seus companheiros mentirosos)!

    Eu não direi o que a senhora é, e sim a senhora que me dirá o que é!

    “Creio que assim como eu o gui, o gasparetto, o gessé, a elis (enfim) leram a mesma coisa…”.

    Leram o que?

    A autora e o senhor Gasparetto deixaram CLARO que NÃO LERAM a matéria. Apenas a nota de rodapé; nota esta que já demonstrei claramente que NÃO diz nada! E o senhor Gesse e o “elemento” Gui, deram a entender que também não leram a matéria.

    Portanto, das três, uma!

    Ou todos vocês leram e a senhora esta falando a verdade! (E eles quatro mentindo)

    Ou eles quatro não leram e apenas a senhora leu.

    Ou a senhora não sabe escrever.

    Sinceridade. Tenha santa paciência.

    Prossegue-se…

    “… e interpretaram como a MÍDIA queria que assim a fosse. E você, aline interpretou ao pé da letra. Muito bem… até aí tudo ok, os dois pontos estão certos.”

    Como assim os dois pontos estão certos?

    Não há dois pontos corretos, pois se existisse eu reconheceria. Há apenas um ponto correto aqui. E CERTAMENTE não é o desses jovens arteiros.

    A companheirada ai não pode interpretar nada, pois, (sem querer ser redundante, e já sendo) eles NÃO LERAM A MATERIA.

    “Se eu lê-se uma notícia dessas atacando o meu mundo…, com toda certeza usaria este blog… para expor a minha revolta e opinião. Acredito que você aline também o faria. Estou correta de pensar assim não?”.

    Está correta senhora Patrícia. Parabéns!
    Só que eu faria isso baseada na ética. E não essa verdadeira macacada que a autora fez.

    Há pouco tempo, eu escrevi um post sobre o casal Nardoni, e infelizmente o blog que o publicou, menos de duas horas depois de sua publicação o retirou do ar, de forma covarde; porque meu post estava causando incomodo. Não porque havia mentiras, mas sim porque ele mostrava a verdade. E a verdade dói.

    “… você é uma garota fatecana que odeia seus colegas de instituição”.

    De que onde a senhora tirou isso?

    Não me recordo, pois não aconteceu, de ter dito que ODIAVA meus colegas de FATEC, mesmo porque senhora Patrícia, eu tenho sim, muitos colegas na FATEC. COLEGAS, e não SUINOS HUMANOS.

    “… e não por menos vai atraz ‘dos seus direitos”.

    É verdade, e a senhora acredita que tem pessoas que me acham acomodada?

    “Aliás, desculpa se escrevi alguma coisa errada…”.

    Não precisa pedir desculpas, já que errar na escrita é comum; por exemplo, tem pessoas que não sabem escrever “exceção”, isso pra mim é normal. Agora, outra coisa totalmente diferente é errar conotação de gênero!

    Lembro-me que aprendi isso na primeira serie do primário com a professora Sonia.

    E detalhe, não fui metódica; apenas quis deixar claro!

    Tchau.

  13. Lis disse:

    Macacada? No ventilador só dá macacada então. Agora que já sabem, podem escolher entre vir aqui armar barraco aqui com minhas macaquices ou ir ler um livro de gramática.

    Beijos e continuem lendo as macacadas por aqui!

  14. Elis disse:

    Sem lavagem de roupa suja aqui por favor. Comentarios sobre a “macaquice” até aceito, mas tirar diferenças por aqui não dá.

    Sim eu apaguei alguns comentários.

  15. Lis disse:

    Tanto faz, lis ou elis depende se estou logada. Todos os comentarios que vc fez referente ao texto estão ai. Apaguei comentarios com trocas de ofensas entre os leitores. Ninguem aqui quer saber da vida de ninguem, incluse se é bem sucedido ou não.

  16. Guinhu disse:

    É isso ai Elis, o blog é seu. Poêm ordem no barraco. Gente frustrada é outra coisa. E concordo com o anônimo, senão gostou vai lá e limpa.

    Esse papo de ética, democracia, censura já está totalmente batido. Já foi muuuuuito discutido e por pessoas muito mais visionárias que a Sra. Aline.

    Por isso vamos deixar esse comodismo de lado e agir. Pois, de revolucionários de sofá o Brasil está cheio!

    Parabéns Elis! Ótimo post!

  17. Aline disse:

    LIS

    Lis…

    Como não tenho seu e-mail deixarei o recado por aqui mesmo.

    Você viu os atos de “vandalismo” cometidos pelos estudantes da UNIFESP, durante uma invasão? (Este final de semana)

    Que tão um post tratando disso?

    É uma sugestão!

  18. paulo disse:

    Depois de lê todos os posts, pensei em até utiliza-lo para fazer um pequeno curta!! Mesmo que a trama é os diálogos as vezes possa lembrar uma novela mexicana era da modernidade!!

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