jun30
Bandas, Eventos, KT tunstall, Recomendo, Show
Vos apresento Kate: Uma moçoila escocesa de 33 anos, que abreviou o nome e conquistou muitos com sua voz deliciosa.
Conheci a KT Tunstall há mais ou menos 3 anos quando seu primeiro CD – “Eye to The Telescope” – foi tema inicial de um relacionamento.
Acho que todo mundo sabe como é Trilha Sonora de Namoro, você ‘caça’ tudo sobre a banda e em uma dessas andanças pela web me deparei com uma definição feita pelo Last FM em que tagearam (?) sua música com um carimbo de Folk/Indie/Pop/Rock e com músicos semelhantes como Dido e Fionna Apple.
Algum tempo depois ela lançou um acústico chamado “KT Tunstall’s Acoustic Extravaganza”, mas só vim a descobri-lo em 2007 alguns meses antes de terminar meu namoro e, novamente ela foi tema da minha vida só que agora tema de uma desilusão.
Continue lendo
jun29
2008, Casa Cor, Decor, Decoração, Eventos, Recomendo
Está rolando em sampa a Casa Cor que vai até 9 de julho. Assim como no ano passado, este ano também fui ver o melhor da arquitetura design e paisagismo do Brasil, porém com uma diferença, fui como Imprensa (coisa fina e classuda) pude tirar altas fotos e apreciar um pouco desse mundo que gosto tanto. Segue abaixo fotos dos ambientes que mais gostei e com algums pê-ésses.
- Casa do Golf – por: Dado Castello Branco

Vou analisar só a sala que foi o ponto alto da casa, pois ela é máster aconchegante, é sensível aos olhos e olfatos (sim a casa tem cheiro) que reflete bem um homem, sofás grandões, tem até um carrinho de golfe dentro da casa e o MUST com certeza é a mega-poltrona que tem embaixo da janela principal (um dos sonhos p/ minha casa). As cores predominates são Preto, Branco, Azul Marinho e Beje.
Continue lendo
jun26
analytics, Blog, google, Ócio, oventilador
Depois de Blog do Dan Stulback, Dúvidas sobre sexo cristão e Jesus é um homem conservador me deparei com uma pesquisa um tanto quanto hilária que alguém fez e cabou caindo no Oventilador.

Vídeos eróticos de homens grisalhos fodendo? Como assim?
Definitivamente esse post do Color-Bar tem me rendido boas risadas…
e algumas críticas ferozes no pdh
Continue lendo
jun17
Antonio Prata, Bar ruim é lindo bicho!, Crônicas
Bar ruim é lindo, bicho!
De Antonio Prata
Eu sou meio intelectual, meio de esquerda, por isso freqüento bares meio ruins. Não sei se você sabe, mas nós, meio intelectuais, meio de esquerda, nos julgamos a vanguarda do proletariado, há mais de 150 anos. (Deve ter alguma coisa de errado com uma vanguarda de mais de 150 anos, mas tudo bem).
No bar ruim que ando freqüentando nas últimas semanas o proletariado é o Betão, garçom, que cumprimento com um tapinha nas costas acreditando resolver aí 500 anos de história. Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos ficar “amigos” do garçom, com quem falamos sobre futebol enquanto nossos amigos não chegam para falarmos de literatura. “Ô Betão, traz mais uma pra gente”, eu digo, com os cotovelos apoiados na mesa bamba de lata, e me sinto parte do Brasil.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos fazer parte do Brasil, por isso vamos a bares ruins,que tem mais a cara do Brasil que os bares bons, onde se serve petit gateau e não tem frango à passarinho ou carne de sol com macaxeira que são os pratos tradicionais de nossa cozinha. Se bem que nós, meio intelectuais, quando convidamos uma moça para sair pela primeira vez, atacamos mais de petit gateau do que de frango à passarinho, porque a gente gosta do Brasil e tal, mas na hora do vamos ver uma europazinha bem que ajuda. A gente gosta do Brasil, mas muito bem diagramado. Não é qualquer Brasil. Assim como não é qualquer bar ruim. Tem que ser um bar ruim autêntico, um boteco, com mesa de lata, copo americano e, se tiver porção de carne de sol, a gente bate uma punheta ali mesmo.
Continue lendo
jun14
Crônicas, Filosofando, Ócio
Há tempos tenho em meu criado mudo uma gaveta, ao abri-la você vai ver todo tipo de papel, papel com telefone e endereços, papel de bala, sacola de papel, papel de cinema e teatro, papel com foto. Papel, papel e papel.
Para você essa gaveta pode conter apenas papel, mas para mim não.
Me recusei a abrir e arrumar o que continha nessa tal gaveta. Me recusei por ser uma fraca e covarde diante de tantas lembranças. O que poderia esse monte de papel fazer comigo?
Mas hoje – véspera do dia 15 – com minha mente, coração, corpo e tudo o que faz parte do EU em mim, resolvi abrir e ver todos os papéis-lembrança.
Continue lendo
jun12
A-dia, Comentário, FATEC, Mídia, Ócio, Vandalismo
Só um comentário de uma notícia velha, mas que por ai comprovei o quanto a mídia é vândala e não os fatecanos.
Resumindo a história:
No feriado do dia 21 foi combinado de ser realizado o Interfatecs, que pra quem não conhece, é um evento de integração de todas as FATECS onde acontecem competições esportivas e festas. Seria em Santos. Todos animados para ir e não houve o evento por conta de vários problemas de organização (e/ou desorganização). Ok, como todo bom universitário que gosta de uma farra, uma boa parte da turma que iria ao Interfatecs que não existiu desceu para Santos, convidados pela organização da Fatec BS, pois haveria alojamento na faculdade e segurança. Sim, eu estava lá e me diverti. Houveram problemas: Não havia equipe de limpeza (mega máster problema) e a água simplesmente “acabou”. Sim, ficou tudo uma sujeira só. Gente bêbada e sem limpeza dá nisso. Após a porcalhada surge a noticia no jornal da tribuna:
Continue lendo
jun10
Filosofando, Luiz Biondi
Roubei esta crônica do Luiz (inho) Biondi, moço estudioso que está neste exato momento correndo atraz de macacos no Pará em prol do seu mestrado ás custas do National Geographic.
Este texto é fantástico, uma bela lição de como aproveitar o dia e a vida, foi publicado dia 20.03.08 no blog d’o prório, o Sabonete de Nitroglicerina
O dia de hoje foi uma jornada. Botei o pé fora do instituto aonde faço mestrado na USP e começou a chover.
- Ah! chuvinha a toa! Quando engrossar eu saco meu guarda-chuva!
Engrossou. E eu notei que tinha esquecido o guarda-chuva. Quebrei a regra de ouro de São Paulo: Não saia sem guarda-chuva!
Falei comigo mesmo e cheguei à conclusão que era melhor correr.
Continue lendo